segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Está morrendo nosso amor
A gente pouco a pouco está distanciando
Nossos beijos já não tem o mesmo sabor
Está lentamente morrendo o nosso amor 
Eu estou pressentindo tudo se acabando.
Antes você sempre queria estar ao meu lado
Todo momento me ligava só para me ouvir
E dizer que muita saudade estava a sentir
Hoje não me liga nem ao menos deixa recados.
Nossos encontros são mornos e de brigas
Teu corpo já não sente mais o mesmo prazer
Ao tocar-te da sempre um jeito de desprender.
Aos poucos vou vendo você se afastar de mim
E já não sei o que faço para reacender a chama
Que está apagando e chegando ao seu fim.

L'AMOUR -- Ana Cañas -- Videoclipe Oficial

sábado, 5 de novembro de 2016

Ataíde Lemos da Silva

Bentita a mulher
Bendito é o ventre que gera. Bendito é o Ser que é gerado
Mulher teu corpo é santuário, é templo consagrado 
Onde Deus através dele faz a vida surgir 
Como semente é fecundada, mas cuidada e regada por ti.
Bendita a mulher que tem a graça da maternidade 
Enfrentando barreiras, lutando contra as diversidades. 
Sabe que gerar é um bem precioso e sagrado
Originar a vida é um presente por Deus dado.
Bendita a mulher que apesar da falta de compreensão
É guerreira, é forte não desiste de sua criação
Ainda que sofra todo tipo de indiferença e violação.
Bendita a mulher que compreende sua missão
Entende que seu ventre é fonte de graça e de bênçãos
Não se entrega pelas dores do abandono que sente.
Ataíde Lemos da Silva

Ataíde Lemos da Silva

Entreguei-me
Quando me apaixonei por você,
Deixei a razão e fui pura emoção;
Não me prendi ao medo de sofrer
Escancarei as portas do meu coração.
Foi tão bom, enquanto durou a paixão,
Mas, o tempo, encarregou-se de desfazer.
Tudo que vivemos foi uma bela ilusão,
Foram momentos que irão permanecer.
Ainda com o peito apertando em dor
Não te culpo ou arrependo do que vivi,
Porque esta paixão não se tornou amor.
Vivi os momentos que a vida me deu
Não sei o que o futuro me reservaria
Por isto, entreguei-me a ti nesta fantasia.
Ataíde Lemos da Silva

Ataíde Lemos da Silva

Deixar de sonhar, é por fim na esperança.
Por fim na esperança é deixar de viver.
Somos o resultado do passado e seremos amanhã o que somos hoje.
Viver o passado é vive-lo duas vezes, perdendo a oportunidade de viver um novo presente.
O tempo não apaga o passado, apenas guarda.
Ataíde Lemos da Silva

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Maria Rita - Abismo

A sua voz é o silêncio

O seu olhar, um abismo
Com medo de me encarar
De onde veio esse jeito
Se eu não fiz nada contigo
Não sei porque me julgar

Posso dizer com certeza
Se esquivar é a contra mão
O mundo não vai parar
Olhe dentro de si
Lave as mágoas do seu coração

Na dor não cabe a gente culpar ninguém
Sem ter motivos do nada
Fazendo disso piada

Se for pra gente se entender, vai ver
Que a vida passa e acaba
E ficam marcas pisadas
Do mal que ainda me faz
Sem perceber
na dor, não cabe a gente culpar ninguém, sem ter motivos do nada, fazendo disso piadas.. se for pra gente se entender vai ver, que a vida passa e acaba, e ficam marcas pisadas... do mal que ainda me faz, sem perceber...