Eu andarei vestido e armado, com as armas de São Jorge. Para que meus inimigos tendo pés
não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem pensamentos eles possam ter, para me fazerem mal.
salve Jorge
quinta-feira, 16 de junho de 2016
DIA DA LIBERDADE
Vamos a festejar a pura liberdade
Que a revolução dos cravos nos ofereceu
Louvando aqueles que tanto lutaram
Uns morrendo outros arriscando a morte.
Depois dessa grande verdade
Muito homem jà se esqueceu
E a dita liberdade a degradaram
Levando a sociedade ao desnorte.
Ser libre é um tesouro da humanidade
Do qual todos devemos cuidar
Em homenagem aos seus conquistadores
Que passaram por màs situações.
Vamos là respeitarmo-nos com lealdade
Cada um a ter direito ao seu lugar
Repartindo seus deveres sem olhar a louvores
A cada um de respeitar suas limitações.
Antônio Gonçalves
Vamos a festejar a pura liberdade
Que a revolução dos cravos nos ofereceu
Louvando aqueles que tanto lutaram
Uns morrendo outros arriscando a morte.
Depois dessa grande verdade
Muito homem jà se esqueceu
E a dita liberdade a degradaram
Levando a sociedade ao desnorte.
Ser libre é um tesouro da humanidade
Do qual todos devemos cuidar
Em homenagem aos seus conquistadores
Que passaram por màs situações.
Vamos là respeitarmo-nos com lealdade
Cada um a ter direito ao seu lugar
Repartindo seus deveres sem olhar a louvores
A cada um de respeitar suas limitações.
Antônio Gonçalves
AINDA HÀ LIBERDADE?
(25 de Abril 1974)
Devemos e temos por obrigação
Louvar e dar vivas pela liberdade
Neste dia comemorativo
Que marca o dia de uma revolução.
Mas a liberdade està em perigo
Falta jà disciplina e autoridade
Andam à solta diabos da maldade
Autênticos tiranos da maldição.
Falta de justiça e de poder exemplar
Os superiores são tão educadinhos
Escondem-se com seus "dinheirinhos"
Deixando os pobres ao desdém
Sem defesa e sem pão no lar.
Para quando uma outra revolução
Mas que essa seja por bem
Para acabar com tantas injustiças
Quem sabe se até virà um dia
A dita (ou maldita) justiça popular!
Antônio Gonçalves
(25 de Abril 1974)
Devemos e temos por obrigação
Louvar e dar vivas pela liberdade
Neste dia comemorativo
Que marca o dia de uma revolução.
Mas a liberdade està em perigo
Falta jà disciplina e autoridade
Andam à solta diabos da maldade
Autênticos tiranos da maldição.
Falta de justiça e de poder exemplar
Os superiores são tão educadinhos
Escondem-se com seus "dinheirinhos"
Deixando os pobres ao desdém
Sem defesa e sem pão no lar.
Para quando uma outra revolução
Mas que essa seja por bem
Para acabar com tantas injustiças
Quem sabe se até virà um dia
A dita (ou maldita) justiça popular!
Antônio Gonçalves
MAIO
Mês de maio o mês das flores
Canta o povo com alegria
Ao reparar que a natureza
Vai florescendo por toda a terra.
Assim é no tempo da Primavera
Que toda a nossa gente espera
Para melhor sentir a vida
Louvando a Deus por esta realeza.
Melhor caminhamos à medida
Nesta vida do dia a dia
Amando o que de bom nos vem
Porque nem sempre serà assim.
Somos como plantas num jardim
Procurando nos cuidar bem
Atentos ao que venha de seguida
Pois tudo o que é bom tem um fim.
Neste mês de Maio cantemos
A Maria com os anjos no Céu
Todo este bem o devemos
Aos que nos deram estes valores!
Por amor nunca se esquece
Todos aqueles carinhos e amores
De quem a nossa vida nos deu.
Louvada seja a vida na terra
O lugar de passagem da vida
Que tem cada ano uma primavera.
Para tudo temos um tempo
Para saborear à medida
Antonio Gonçalves
Um amanhã por nòs espera.
Mês de maio o mês das flores
Canta o povo com alegria
Ao reparar que a natureza
Vai florescendo por toda a terra.
Assim é no tempo da Primavera
Que toda a nossa gente espera
Para melhor sentir a vida
Louvando a Deus por esta realeza.
Melhor caminhamos à medida
Nesta vida do dia a dia
Amando o que de bom nos vem
Porque nem sempre serà assim.
Somos como plantas num jardim
Procurando nos cuidar bem
Atentos ao que venha de seguida
Pois tudo o que é bom tem um fim.
Neste mês de Maio cantemos
A Maria com os anjos no Céu
Todo este bem o devemos
Aos que nos deram estes valores!
Por amor nunca se esquece
Todos aqueles carinhos e amores
De quem a nossa vida nos deu.
Louvada seja a vida na terra
O lugar de passagem da vida
Que tem cada ano uma primavera.
Para tudo temos um tempo
Para saborear à medida
Antonio Gonçalves
Um amanhã por nòs espera.
O DIA PARA LOUVAR MARIA
Salvé Salvé Senhora da Guia
Nossa mãe e Mãe do Senhor
Aqui vimos neste santo dia
Prestar-vos honra e louvor.
Aceitai ò Mãe nossa alegria
Para compensar o vosso amor.
Bom dia Senhora da Guia
Bom dia minha mãe
Com fé e alegria
Vos peço amor e bem.
Bom dia Senhora da Guia
Bom dia minha mãe
Subir ao monte da guia
Para rezar à Virgem Maria
A nossa bendita mãe.
Felizes aqueles que dia a dia
A invocam com fé e alegria
A confiança lhes trarà o bem.
Subamos ao monte da guia
Por amor à Virgem Maria
Aqui o cristão sente-se realizado.
Quando ao chegar ajoelhamos
Da nossa fé certos estamos
Com lugar no céu assegurado.
Bela montanha santa
O calvàrio de Belinho
Por onde nossos pais
Levaram a sua cruz.
È uma luz que nos guia
Indicando o bom caminho
Por onde outros tantos mais
Vão rezar à Virgem Maria.
São João por ali passou
Para subir ao nosso monte
Ajudando a Virgem Mãe
A suportar a sua dor.
A seguir Deus o recompensou
Dando àgua p'ra sua fonte
Que desaltéra a quem vem
Rezar à Senhora por amor!
Neste Vosso lindo santuário
Sentimos a graça que nos dais
Obrigado ó Virgem do Rosário
Pela fé que tinham nossos pais.
Neste miradouro da nossa terra
Pedimos a luz do bom caminho
Foi aqui que a Senhora quisera
Ver reunido o povo do Minho.
Antônio Gonçalves
Salvé Salvé Senhora da Guia
Nossa mãe e Mãe do Senhor
Aqui vimos neste santo dia
Prestar-vos honra e louvor.
Aceitai ò Mãe nossa alegria
Para compensar o vosso amor.
Bom dia Senhora da Guia
Bom dia minha mãe
Com fé e alegria
Vos peço amor e bem.
Bom dia Senhora da Guia
Bom dia minha mãe
Subir ao monte da guia
Para rezar à Virgem Maria
A nossa bendita mãe.
Felizes aqueles que dia a dia
A invocam com fé e alegria
A confiança lhes trarà o bem.
Subamos ao monte da guia
Por amor à Virgem Maria
Aqui o cristão sente-se realizado.
Quando ao chegar ajoelhamos
Da nossa fé certos estamos
Com lugar no céu assegurado.
Bela montanha santa
O calvàrio de Belinho
Por onde nossos pais
Levaram a sua cruz.
È uma luz que nos guia
Indicando o bom caminho
Por onde outros tantos mais
Vão rezar à Virgem Maria.
São João por ali passou
Para subir ao nosso monte
Ajudando a Virgem Mãe
A suportar a sua dor.
A seguir Deus o recompensou
Dando àgua p'ra sua fonte
Que desaltéra a quem vem
Rezar à Senhora por amor!
Neste Vosso lindo santuário
Sentimos a graça que nos dais
Obrigado ó Virgem do Rosário
Pela fé que tinham nossos pais.
Neste miradouro da nossa terra
Pedimos a luz do bom caminho
Foi aqui que a Senhora quisera
Ver reunido o povo do Minho.
Antônio Gonçalves
A SAUDADE
A saudade é também a verdade
Descrita no nosso coração
Com pênas encontradas
Entre locais definidos.
Puxados por aragens de amor
Ou pensamentos clandestinos
Que se não compadecem
Se podem ou não, mudar destinos.
A saudade é também sensiblidade
De um ser humano que ama
Mesmo sem ser bem recebido
Ou porque se encontra distante.
Um coração nunca é pequeno
Confia e espera no futuro
Nunca cansando de viajar
Reforçada se é um emigrante.
A saudade é também felicidade
Porque sente mais as raìzes
À muito tempo cuidadas
Pelo amor que lhe dedicaram.
Do amor o coração se alimenta
Para possuir a disponiblidade
De viajar e ouvir esse alguém
Que do outro lado quer chamar.
Que saudades eu tenho do passado
Não das chuvas ou dos maus tempos
Mas sim de tudo o que a aldeia era.
De todo o campo que era semeado
Quer ás chuvas quer aos ventos
Bela era a natureza da minha terra.
Em cada cantinho um milheiro
Em cada valado uma alface
Que de ablidades naqueles talheiros.
Asim era em cada ano inteiro
Levasse o tempo que levasse
Tudo para o pão, por alguns dinheiros.
Por cada campo se ouvia a cantar
Era a alegria daquelas gentes
Para dar largas á sua cumplicidade.
O tempo era melhor de passar
Era como cantar ás sementes
Que cresciam com naturalidade.
Que saudades tenho eu meu Deus
Não da incerteza das colheitas
Mas daquela humildade de viver.
Tantas vezes se olhava os céus
Pedindo que as searas feitas
Deus as ajudasse a crescer.
Agora enquanto vivo de saudades
Louvo todos os pais e todas as mães
Por tantos bons exemplos dados.
Ao ver hoje certas propriedades
Me digo que já não são bens
Mas sim campos desenfeitados.
Antonio Gonçalves
A saudade é também a verdade
Descrita no nosso coração
Com pênas encontradas
Entre locais definidos.
Puxados por aragens de amor
Ou pensamentos clandestinos
Que se não compadecem
Se podem ou não, mudar destinos.
A saudade é também sensiblidade
De um ser humano que ama
Mesmo sem ser bem recebido
Ou porque se encontra distante.
Um coração nunca é pequeno
Confia e espera no futuro
Nunca cansando de viajar
Reforçada se é um emigrante.
A saudade é também felicidade
Porque sente mais as raìzes
À muito tempo cuidadas
Pelo amor que lhe dedicaram.
Do amor o coração se alimenta
Para possuir a disponiblidade
De viajar e ouvir esse alguém
Que do outro lado quer chamar.
Que saudades eu tenho do passado
Não das chuvas ou dos maus tempos
Mas sim de tudo o que a aldeia era.
De todo o campo que era semeado
Quer ás chuvas quer aos ventos
Bela era a natureza da minha terra.
Em cada cantinho um milheiro
Em cada valado uma alface
Que de ablidades naqueles talheiros.
Asim era em cada ano inteiro
Levasse o tempo que levasse
Tudo para o pão, por alguns dinheiros.
Por cada campo se ouvia a cantar
Era a alegria daquelas gentes
Para dar largas á sua cumplicidade.
O tempo era melhor de passar
Era como cantar ás sementes
Que cresciam com naturalidade.
Que saudades tenho eu meu Deus
Não da incerteza das colheitas
Mas daquela humildade de viver.
Tantas vezes se olhava os céus
Pedindo que as searas feitas
Deus as ajudasse a crescer.
Agora enquanto vivo de saudades
Louvo todos os pais e todas as mães
Por tantos bons exemplos dados.
Ao ver hoje certas propriedades
Me digo que já não são bens
Mas sim campos desenfeitados.
Antonio Gonçalves
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